quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

mantra

Quando cheguei em Guarulhos, na última quinta feira à noite (alguém me fala se essa bosta de crase já caiu de uso porque eu não sei usar), dirigi-me ao caixa do estacionamento do aeroporto para pagar os 12 reais.

- É doze real.

Dei uma nota de cinqüenta. Também dei uma de cinco, tinha entendido 15.

- Pra que tu me deu 5?

- Pra te facilitar o troco.

- Má é dôuze - disse a creuzedete já virando os olhos.

- Ah, desculpe. Bem, se te facilita o troco...

- FACILITA NÃO! É DÔUZE REÁ! - berrou.

- Ok! Desculpintão...

- ME DÁ DOIS REÁ! - berrou.

- Não!!

Ela grunhiu, virou os olhos e me devolveu um troco cheio de moedinhas. Peguei o bilhete de estacionamento pago:

- E vá tomar no cu! - completei.

Adorei a expressão "não estou acreditando" da vandislene e de sua coleguinha ao lado.

Sim, cheguei intolerante. Tô Lindomar, o Sub-Zero brasileiro. Falou, tomou. Tô pra ver povinho tão Zé Ruela pra brigar por qualquer coisa, sô. Já vi que cortesia (e dente) está cada vez mais difícil.

É grosso? Pois eu sou corticeira.

2 comentários:

Clebs disse...

Tolerância ZERO!!!
Adoro posts assim!

Dá neles Lib!

Annah Paulah disse...

É bem assim que se trata esse povin mitidu poca merda estilo "tô podenu".
Nem me fala passei por uma hoje!Prefiro nem comentar.
Toma no tóba é pouco.Aff eu fico louquinha da silva sauro com gente sem educação.

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