quinta-feira, 22 de abril de 2010

festinha da empresa

Vai ser uma merda, mas estou fazendo esse esforço hercúleo pela socialização com minha nova e amada flatmate e porque meu melhor amigo quer ir a esse programa de índio. Qual a probabilidade de encontrar pessoas interessantes em uma festa dessas? Bem menor do que a probabilidade de encontrar pessoas que não gosto, lógico. Mas estarei lá firme e forte com meu tacape e meu apito na bolsa. Eu, os pataxós, as inglesas piranhudas com a pedicure no no bico do corvo, os txucarramães, os indianos com óleo no cabelo, os tupi-guaranis, as filipinas embriagadas miando por atenção, os aimorés, as búlgaras desfilando suas roupas da Bebe, os bororo e todo o resto de nome de rua do bairro de Perdizes e Moema. Vai ser uma merda, mas estarei lá. Estou me sentindo gorda e insegura e sei que vou encontrar gente que tá se achando depois de minha retirada estratégica da Sheikh Zayed Road. Vão falar mal de mim, mas que se fodam. Adoro minha nova flatmate e meu melhor amigo. E sei que vou esbarrar em conhecidos queridos.


Que falem, que critiquem meu vestido, que digam que minha Victor Hugo é do Karama. Que se fodam. Isso só dá um boost no meu ego, afinal, falem mal mas, pelamor, falem de mim. E digam, no final: aaaah, libanesa!

beijos-me-BBM

4 comentários:

Too-Tsie disse...

Estou sentindo um gostinho disso em família, mais especificamente de uma metade da família.
Adoro parentes....NOOOOT

Marcos disse...

Olha esses programas surpreendem...rs...rs adoro poder falar mal de quem vai pra festa se achando!
E tem o fato de estar com seu dois best friends.... that's worthwhile.

Camila disse...

Ri alto dos "indianos de óleo no cabelo"... Hj vi uma menininha indiana muito fofa, 2 anos de idade, mas o cabelinho cheeeeeio de óleo. Blé.

Alexandre Lucas disse...

Vaca mode on\
(cagando e andando) pra esse subcontinente...

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